Algo muito impressionante na técnica, na arte, no estudo, e mesmo na personalidade, é notar um padrão de desenvolvimento frequente, no qual se observa um avanço lento, mais ou menos regular, que se arrasta por anos a fio. Então, quando se parece estabelecer uma constante, ocorre um salto, e o patamar atingido parece incompatível com o processo anterior. Vêm à mente os gráficos de Taleb. Como explicar que sejam tão frequentes? O esforço contínuo parece necessário, mas não pode conter em si mesmo a explicação. A história, contudo, se repete, e ainda que não seja compreendida, faz bem que seja admirada e tomada como inspiração.