O exercício da disciplina, mesmo em tarefas aparentemente pouco importantes, fortalece o senso de continuidade entre os dias, produzindo, no longo prazo, a consciência de um ritmo próprio que satisfaz-se enquanto trata de evoluir. Daí brota o prazer de simplesmente dar sequência àquilo que se começou no passado, com perícia superior à de ontem e inferior à de amanhã. Com o tempo, a evolução torna-se motivo de orgulho, e se experimenta na rotina, concretizadora de uma obra demorada, um forte envolvimento emocional.