O erro mais comum destes conselheiros modernos é a tendência a transformar um hábito reconhecido como saudável em uma recomendação universal. Da psicologia à medicina, o profissional excelente é aquele que consegue adaptar-se melhor às individualidades que defronta. Isso quer dizer que, não importa quão qualificado seja, quanta teoria e quantos casos tenha como bagagem, a efetividade de sua atuação estará sobretudo atrelada à sensibilidade e ao engenho com que ajustará o repertório que possui às necessidades daquele que orienta. Ou seja: é uma tarefa que quase sempre envolve mais o compreender de uma natureza única e nova, do que a aplicação de um protocolo padrão.