O ato que une escritores e os diferencia das pessoas comuns é sentar-se para escrever. Sentar-se, isolando a mente, envolvendo-a de um silêncio que só consente com a manifestação da voz interior. E, então, concretizá-la no papel. Este ato, simultaneamente criativo e organizador, se para alguns serve de terapia, para todos serve de norte, e uma vez que a ele o cérebro se acostume, abster-se-lhe é quase sempre cair em desorientação.