O homem moderno tem gosto pela comodidade, e tudo o que não deseja são experiências que o chacoalhem e o forcem a se mover. E quando lhe analisamos os dias, os anos, vemos quão lamentáveis são os efeitos da mediocridade, da conveniência e do ócio. É curioso notar a frequência de experiências extremas nas grandes almas, cujo caráter parece se consolidar justamente por elas. Sublimes ou duras, afinal marcam menos pela natureza que pela intensidade, representando a essência transformadora que o costume moderno pretende evitar.