Poder, como Radhanath Swami, escrever um livro como este The journey home, e chamá-lo de autobiografia, é algo que uma parcela ínfima dos homens de todos os tempos tiveram a oportunidade de fazer. E é difícil imaginar o quão satisfatório deve ser olhar para trás e ter vivenciado uma história como essa, tão incrível como instrutiva, e somente não modelar porque jamais poderá ser vivida por um homem comum. Para ter experiências parecidas, é preciso ter a coragem própria dos loucos, que nada temem e estão sempre dispostos a perder o que têm. Mas aí está uma prova mais de que a loucura compensa, e de que este mundo parece um tanto diferente para aquele disposto a sacrificar-se para realizar aquilo que mais intimamente quer.