Quem se atenta para a fragilidade das relações…

Quem se atenta para a fragilidade das relações humanas percebe que nelas não se pode confiar. Às vezes chega a parecer que elas, todas elas, nascem condenadas a morrer. As que aparentam bem-sucedidas, basta aguardar para ver o dia em que, de repente, a confiança se quebra, e então tudo acabou. Nem é preciso tanto: por muito menos, por vezes a relação azeda, segue-se o natural afastamento e, quando menos se percebe, já se dera o rompimento total. Nunca, nem a melhor, a mais duradoura das relações, está demasiado segura de um fim intempestivo. Entristece notá-lo, mas as coisas são assim.