Algumas ideias, é preciso tê-las para depois entendê-las, vivê-las para, enfim, saber de onde vêm. Por isso, se o primeiro contato com elas se dá pelo papel, haverá desentendimento. Quando, porém, dá-se o contrário, é curioso notar que uma ideia, mesmo que já concebida, já experimentada em primeira pessoa, pode ficar como oculta na mente, sem manifestar-se, e como se ainda não tivesse sido devidamente assimilada. Ocorre, então, o contato com sua exposição escrita, precisa e detalhada. A mente se ilumina; capta o sentido e a motivação. E percebe que, sem a experiência prévia, jamais poderia compreendê-la.