É preciso sobretudo banir a possibilidade do desespero, e blindar-se de antemão contra essa armadilha indesejável e potencialmente fatal. E então aprender a lidar com a culpa, com a morte, com o desânimo, com o sofrimento, buscando sempre tirar deles algo de bom. O infortúnio, já se disse, costuma vir acompanhado; mas também abre uma porta, e será sempre assim.