O melhor que faz o aluno para fixar o conteúdo…

O melhor que faz o aluno para fixar o conteúdo recém-aprendido é expô-lo, ainda que parcial ou imperfeitamente. Tal o sabem professores e alunos e, por isso, é prática usual. Contudo, também fica evidente que ao fazê-lo, se não o encarando como mero exercício, arrisca-se arbitrar sobre o conhecimento ainda não consolidado, e naturalmente se erra, e se erra muito. O curioso é parecer este um processo necessário, e frequentemente nos depararmos com o conhecedor que, anos antes, vagueou por bem longe de onde o conhecimento o conduziu. Dominar um assunto talvez não seja mais que reunir intimamente o arsenal dos erros que impedem a sua compreensão.

A afirmação de valores dá-se quase sempre…

A afirmação de valores dá-se quase sempre como reação à propagação dos valores inversos, frequentemente em situações nas quais o silêncio seria a extinção. A ameaça veda a inércia, atestando que, para existir, um valor tem de se manifestar. Acontece que, por vezes, a reação é tardia, e sai como o último suspiro de algo agonizante, pelo qual nada mais se pode fazer. Em silêncio, acabou por permitir-se esmagar…

O momento do adeus é sempre marcante…

O momento do adeus é sempre marcante e significativo, pois assinala não somente uma mudança, mas o ponto sem retorno, após o qual a circunstância ultrapassada, importantíssima ou não, viverá somente na memória. As lágrimas usuais evidenciam a consciência do irreversível, e frequentemente a valorização daquilo que se viveu. É bonito e é relevante, chegando a parecer que, sem tal experiência, nunca se assimila deveras a importância do que houve e, quiçá felizmente, nunca mais haverá.

É impressionante o quanto se pode aprender…

É impressionante o quanto se pode aprender com os símbolos, o quão mais poderosa se torna a imaginação com o seu estudo, embora não se consiga, ou simplesmente não se possa fechá-los num conhecimento prático definitivo. Haverá sempre uma porta aberta, sempre possibilidades a serem notadas, que talvez contrastem com aquilo que se julgou aprender. Assim que o estudo, por mais profundo que seja, é sempre inconclusivo, visto que um símbolo nunca se pode exaurir. Mas compensa, e com ele a imaginação atinge um novo patamar.